sábado, 15 de maio de 2010

webservices - Sistemas livres de plataformas
Primeiro veio a popularização dos computadores, depois a popularização da internet e em terceiro a popularização dos computadores portáteis (notebook) junto com a telefonia móvel. Em um mundo globalizado, onde cada vez mais a tecnologia é empregada para encurtar distâncias e extinguir fronteiras, os sistemas e softwares não poderiam ficar para trás. Precisava de algo que permitisse o acesso as funcionalidades de uma ferramenta desktop em todos os ambientes possíveis e é neste conceito que surge os web Services.
O que é um web service? A própria tradução literal da expressão já nos resume seu significado: Serviços da Web. É um recurso da programação que permite que o software seja parcialmente ou totalmente transportado e disponibilizado como um serviço web, isso significa a disponibilidade de todos ou algumas funções em um ambiente de rede.
Não vamos enganar ningém: Para quem nunca teve contato com a tecnologia de web services, a primeira implementação pode ser trabalhosa. Isso porque web services são implementáveis em multi-linguagens e multi-plataformas, sendo que cada uma das opções tem sua própria complexidade. Em minha experiência fui bastante atraído pela plataforma .NET, pois frameworks e livrarias específicas da microsoft podem simplificar muito a implementação, principalmente quando utilizamos o acesso ao banco no modelo Cliente Server.
Em contra-partida, junto com a complexidade de uma primeira implementação vem um mar de benefícios: Acesso remoto via protocolos, troca de informações em XML, segurança de métodos privados e publicos, interface com o banco impedindo o usuário de acessar diretamente os dados, dentre outros.
A comunicação com os webservices são inteiramente realizadas via XML. A aplicação cliente, ao realizar um pedido para o serviço, envia uma requisição no formato XML especificado. O Serviço automaticamente descriptografa esta requisição, processa o pedido e devolve as informações em uma forma de XML de resposta. Já na estação de trabalho do cliente, esta resposta é traduzida para o formato de saída especificado.
Não existe um formato de XML obrigatorio para sua utilização, porém o mais comum é a adoção do protoclo SOAP, implementado pela W3C. Nada impede porém que o programador implemente seu proprio padrão de XML, devendo para isso desenhar um cabeçalho, formato de requisição, algoritimos de criptografias e formatos de saída. Pode ser um trabalho desnecessário, uma vez que o formato padrão já fornece uma segurança confortável.
Não há limites para a tecnologia, e agora com web services podemos dizer que não há limites para softwares !

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