quinta-feira, 20 de maio de 2010

Webservice - A globalização dos serviços eletrônicos

Hoje podemos dizer que grande parte da população mundial se mantém conectada durante elevada porcentagem do seu tempo através dos serviços eletrônicos. Por isso, fazendo uma analogia do mundo no passado, antes vivíamos em sites isolados, que ofereciam cada um o seu próprio serviço, sem nenhum tipo de integração com os serviços vizinhos, sejam eles clientes ou fornecedores. Por causa disso, havia um atraso implícito nos processos causados pelo controle manual das transações realizadas entre os sistemas, e a ocorrência de erros era muito maior, já que havia um fator humano envolvido no processo, e assim, muito mais passível de erros. Mas a Web 2.0 veio com poderosas ferramentas de integração, e com isso esses problemas foram minimizados e até mesmo através delas é possível criar novos horizontes, novas tecnologias, novas possibilidades. Uma dessas tecnologias inovadoras e de extrema importância foi o Webservice. Surgiu da necessidade de integração de sistemas, empresas, organizações, que seja independente de posicionamento geográfico, linguagem ou plataforma. Baseada na universalidade do XML, com os webservices dados podem ser transmitidos com segurança (através do protocolo HTTPS e encapsulados pelo SOAP) e publicar e descobrir seus serviços é tão simples quanto acessar um site, através do UDDI – a especificação de um método oficializado pela OASIS (consórcio global que conduz o desenvolvimento, convergência e adoção de padrões para e-business e web services) para realizar essa tarefa, através da arquitetura SOA.
A utilização dos Webservices favoreceu vários ramos de negócio e seus processos, integrando clientes e seus fornecedores, gerado uma cadeia produtiva através das transações virtuais feitas através dessa tecnologia. Antes, para se fazer uma cadeira, era necessário ligar para o fornecedor de madeira e solicitar a madeira, para o fornecedor de pregos e solicitá-los, e outros fornecedores que possuíam materiais necessários para a montagem do produto. Esse processo manual e humano, como disse anteriormente, causava diversas falhas que, com a integração agora, não ocorrem. Os sistemas integrados funcionam de forma que, quando gerada a necessidade do produto (cadeira) automaticamente é disparado os processos de pedidos nos fornecedores e inclusive, os pagamentos também podem ser automatizados e configurados. O sistema Just-in-time pode funcionar perfeitamente com a integração, reduzindo custos de manutenção de estoques e aumentando assim a lucratividade das empresas. Como as grandes interessadas na integração, diversas indústrias apoiam o desenvolvimento e a melhoria do funcionamento dos protocolos, da padronização e normalização dos web services, como por exemplo a mais utilizada, que é a plataforma Microsoft através do “.NET” e da IBM, “IBM Web services”, entre outras.
Já podemos observar, que através dos webservices, o futuro irá trazer novos modelos de negócio cada vez mais integrados, sistemas com diversas funçoes publicadas na Web para serem utilizadas e descobertas através de grandes portais de serviços a nível global e todos os tipos de domínio de negócios.

sábado, 15 de maio de 2010

Cloud: gestão de riscos ainda é tema mal resolvido
http://computerworld.uol.com.br/seguranca/2010/05/11/cloud-gestao-de-riscos-ainda-e-tema-mal-resolvido-diz-rsa/

com a evolução dos serviços na web, surge o conceito de computação nas nuves! neste contexto o processamento e todo a lógica de desenvolvimento é realizada em um ambiente web, tirando a sobrecarga dos clientes.
com o ganho da popularidade, surge o questinamento dos riscos de sistemas totalmente migrados para o ambiente web. Ainda é estudado um modelo de criptografia capaz de esconder da web todo as informações sigilosas do código fonte.
porem nao ha motivos para desconfiança. consultores e especialistas do assunto apostam em uma rapida solução tenologica para a questao de segurança.
Usando o web service da Amazon.com
http://www.macoratti.net/aspn_wsa.htm

Legal pra caramba ! na verdade eu nao sabia que tinha como eu, um jacú do mato, pegar e utilizar o webservice da amazon. Achei bem bacana o jeito no qual ela abre sua ITERFACE (e não implementação) para quem quiser utilizar os seus web methods.
O artigo descreve como importar um web service da amazon para dentro de sua solução em desenvolvimento. No artigo o autor utiliza como ambiente de desenvolvimento o Visual studio, mas creio que os passos citados possam ser seguidos em outros ambientes.
E utilizado como exemplo a linguagme de programação VB.Net, mas o processo e todo detalhado e da pra ter uma boa noção de como proceder.

Windows Comunication Foudations X Web Services
http://www.techbubbles.com/wcf/wcf-vs-aspnet-web-services/


Aqueles que trabalham com a tecnologia .Net para desenvolvimento de softwares certamente já ouviram falar de windows comunication foudation. Este termo surgiu com a evolução do framework de desenvolvimento para a versão 3.0 e vem sendo cada vez mais divulgado no mundo da computação.
Web Services e WCF são modelos utilizados para desenvolvimento de aplicações orientadas a serviços, porém qual a diferença entre eles?
No geral, WCF necessita de um preparo prévio quanto a descrição dos dados que serão trafegados. Deve-se estabelecer um contrato e declarar por meio de uma interface, quais os métodos estarão disponiveis para comunicação.
Web Services podem ter uma implementação mais simples, onde a declaração por meio de tags [webmethod] definem aqueles metodos que podem ser visualizados.
quanto ao modo de visualização, web services podem ser literalmente visualizados como uma página de métodos e funções disponiveis na net, enquanto WCF é a criação física de um serviço do windows (que tambem pode ser alocado em ambientes web).

webservices - Sistemas livres de plataformas
Primeiro veio a popularização dos computadores, depois a popularização da internet e em terceiro a popularização dos computadores portáteis (notebook) junto com a telefonia móvel. Em um mundo globalizado, onde cada vez mais a tecnologia é empregada para encurtar distâncias e extinguir fronteiras, os sistemas e softwares não poderiam ficar para trás. Precisava de algo que permitisse o acesso as funcionalidades de uma ferramenta desktop em todos os ambientes possíveis e é neste conceito que surge os web Services.
O que é um web service? A própria tradução literal da expressão já nos resume seu significado: Serviços da Web. É um recurso da programação que permite que o software seja parcialmente ou totalmente transportado e disponibilizado como um serviço web, isso significa a disponibilidade de todos ou algumas funções em um ambiente de rede.
Não vamos enganar ningém: Para quem nunca teve contato com a tecnologia de web services, a primeira implementação pode ser trabalhosa. Isso porque web services são implementáveis em multi-linguagens e multi-plataformas, sendo que cada uma das opções tem sua própria complexidade. Em minha experiência fui bastante atraído pela plataforma .NET, pois frameworks e livrarias específicas da microsoft podem simplificar muito a implementação, principalmente quando utilizamos o acesso ao banco no modelo Cliente Server.
Em contra-partida, junto com a complexidade de uma primeira implementação vem um mar de benefícios: Acesso remoto via protocolos, troca de informações em XML, segurança de métodos privados e publicos, interface com o banco impedindo o usuário de acessar diretamente os dados, dentre outros.
A comunicação com os webservices são inteiramente realizadas via XML. A aplicação cliente, ao realizar um pedido para o serviço, envia uma requisição no formato XML especificado. O Serviço automaticamente descriptografa esta requisição, processa o pedido e devolve as informações em uma forma de XML de resposta. Já na estação de trabalho do cliente, esta resposta é traduzida para o formato de saída especificado.
Não existe um formato de XML obrigatorio para sua utilização, porém o mais comum é a adoção do protoclo SOAP, implementado pela W3C. Nada impede porém que o programador implemente seu proprio padrão de XML, devendo para isso desenhar um cabeçalho, formato de requisição, algoritimos de criptografias e formatos de saída. Pode ser um trabalho desnecessário, uma vez que o formato padrão já fornece uma segurança confortável.
Não há limites para a tecnologia, e agora com web services podemos dizer que não há limites para softwares !

quarta-feira, 12 de maio de 2010

Livros como web services

http://imasters.uol.com.br/artigo/12859/webwriting/livros_como_web_services/

Nessa reportagem, Claudio Soares,(analista de TI, escritor e editor do blog Pontolit) realiza uma interessante relação entre webservices e Livros, já que webservice é uma tecnologia eletrônica para se obter informações agregadas e configuráveis, e o livro é uma fonte agregadora de informação, "analógica" ( - se é que posso considerá-la analógica ). Eu acredito que essa relação foi uma forma relativamente visionária para o futuro dos livros.

Necessidade de interagir com outros aplicativos? Web Services Já!

http://imasters.uol.com.br/artigo/1311/webservices/necessidade_de_interagir_com_outros_aplicativos_web_services_ja/

Rogério Perez mostra nessa matéria a grande vantagem do uso dos webservices, frente a outras interfaces possíveis de serem criadas, quando várias empresas interagem entre si. A Tecnologia possibilitou mais do que qualquer outra a integração dos dados das organizações, possibilitando um numero ilimitado de ações a serem executadas entre seus sitemas. Se você precisa de um único motivo para começar a utilizar essa tecnologia no seu negócio, leia essa matéria e com certeza irá perceber que ela será de alguma forma interessante para sua organização.

Palestra Webservices REST com Zend Framework

http://fernandomantoan.com/php/palestra-webservices-rest-com-zend-framework/


O Fernando Mantoan é um Analista de Desenvolvimento da Apollo TI, especializado em produtos Web, e foi convidado a apresentar uma palestra na Latinoware a respeito de Webservices com REST com Zend Framework já que é um profissional certificado na área. Os slides apresentados têm imagens muito divertidas, o que deixa a apresentação muito fácil de ler. A Framework é uma alternativa ao padrão SOAP/UDDI, mais simples de ser usada e aprendida. Vale a pena dar uma olhadinha...

segunda-feira, 3 de maio de 2010

Link para o wiki da turma

Visite aki! Muitas informações interessantes sobre as tecnologias Web 2.0 estão agregadas aqui!

http://wikiasoso.wiki.zoho.com/HomePage.html