terça-feira, 6 de abril de 2010

Software não somente num simples dispositivo

Cada vez mais os softwares se desprendem de conceitos retrógrados e clichês da programação. Nem Web e nem Desktop... a tendência é a independência total de plataformas, transformando softwares e aplicativos em serviços disponíveis na rede web. Esta é a era do tão falado "aplicativo nas nuvens"!!!

Uma briga antiga acontece entre usuários de Open Source e Windows: Sistemas desktop desenvolvidos em .NET são inteiramente integrados com o sistema Windows, porém não são executados em um ambiente opensource (Requisitos como FrameWork exclusivo da microsoft, Banco MS SQL , etc...). Surge então o desenvolvimento de sistemas web, podendo ser acessado internamente da empresa via protocolo TCP por exemplo, ou por meios externos através de um protocolo HTTP. Neste ponto os sistemas se viram independente de plataformas, podendo ser acessado de qualquer local que disponha uma rede favorável.

Com a WEB 2.0 temos uma nova revolução no mundo de softwares. Os softwares deixam de ser um sistema e passam a ser considerados um serviço na web. Todo o processamento de dados, lógicas de sistema e outros pontos que exigem um bom desempenho não ficam mais alocados na máquina do cliente. O processamento não está alocado em um ambiente físico, mas em um serviço virtual disponibilizado em algum lugar do mundo web... nas nuvens!

Nas nuvens??????? Cloud computing (ou computação nas nuvens) é a utilização da capacidade de calculo de servidores e computadores através da rede mundial de computadores. Em outras palavras: memória, processador, SO... tudo por conta do servidor responsável. Nos apenas utilizamos os serviços fornecidos por esta tecnologia ! bom demais né?

Isso favorece a toda população e usuários pois, com esta independência de plataforma, os serviços podem ser acessados dos mais diversos dispositivos: Palm Top, Celular, Notebook, CPU... é a independência total !

Apesar de não ser um conceito novo (aplicações de careter SOA já demonstravam esta preocupação) este é um método que tem muito a ser explorado e com a explosão da WEB 2.0 podemos ter certeza que este assunto ainda vai longe.

Conclusão: Aplicações disponíveis como serviços e não apenas como software num simples dispositivo !!

Danilo Resende, Fernando Iran e Gabriela Gratarolli - 01/2010

3 comentários:

  1. A chamada Web 2.0 tem um forte apelo para a abertura da computação, não só em requisito de não-detenção de todo o conteúdo em um servidor central bem como inaugura uma nova fase da internet "a era das coisas"... Ou seja, acesso a informações não apenas em estruturas computacionais físicas, mas uma extensão desse acesso a dispositivos móveis, como palms e celulares. Nota-se que é uma importante tarefa pelo fato de que valoriza ainda mais o poder das massas, integando no mundo da informação pessoas que não possuem computadores.

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  2. Um detalhe que me chamou a atenção na postagem do grupo foi a briga entre usuários do Open Source e Windows. Gostei muito desse exemplo para enriquecer o texo. Além disso, a passagem acima consegue descrever sucintamentea a evolução da Web 2.0 e as suas principais influências.

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  3. Muito bom texto. Gostaria de ressaltar o problema da segurança envolvido na chamada "computação nas nuvens" uma vez que os dados ficam "online" o tempo todo.

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