terça-feira, 13 de julho de 2010

quarta-feira, 7 de julho de 2010

Protótipo

http://esfki.bravehost.com/

Nosso protótipo. Para acessar, use o login/senha : teste/init

terça-feira, 6 de julho de 2010

Plano de Negocio da Aplicação




Caso de uso - Cadeia de Suprimentos


Caso de uso - Cliente Fornecedor





Caso de uso - Usuários



Descrição geral da aplicação

Descrição Geral da Aplicação


Em tempos atuais, podemos dizer que a tecnologia está presente em todas as áreas da vida cotidiana, incluindo os empreendimentos e indústrias de fabricação de grande ou pequeno porte. Com isso é cada vez maior o número de empresas que se lançam no universo virtual procurando ampliar seus horizontes comerciais e aumentar o número de clientes oferecendo a possibilidade compra em um ambiente on-line.
Hoje em dia já existem redes sociais voltadas para o mercado de trabalho, como por exemplo o LinkedIn (http://www.linkedin.com/) que é considerado o mais utilizado hoje em dia, o indica (http://www.indica.com.br/) que é nacional e totalmente voltado para o cenário empresarial e o plaxo (http://www.plaxo.com/) que pode se integrar com diversos outras redes sociais, como orkut, twiter. Uma lista das 7 melhores redes sociais profissionais podem ser encontradas nesta materia:
http://adrianobachega.wordpress.com/2009/09/25/as-7-melhores-redes-sociais-quando-o-assunto-e-carreira-profissional/
Nossa proposta:
A maioria das redes sociais profissionais se limitam a conectar apenas pessoas e ideiais com o mesmo interesse comercial. Propomos um tipo de serviço social que ligaria não apenas os profissionais e empresas, mas também seus negócios e sistemas.
Para isso pensamos em um cenário onde os usuários devem compartilhar de um interesse em comum estilo Fornecedor / Cliente. Por exemplo: Pessoa A fornece material de construção… e eu sou um cliente para material de construção. Este usuário passa a ser então o meu fornecedor para este tipo de material.
Requisitos Funcionais:
A conexão entre os usuários de nosso software social se derá através de um webservice comum disponível na internet. Isso faz com que a empresa ou usuário do sistema não dependa de plataforma para utilizar nossos serviços, uma vez que a inteligiência e a lógica da integração está na rede. Isso faz com que o sistema seja um serviço disponível na web e não mais uma aplicação local.
O interessado em utilizar o sistema deverá seguir a seguinte rotina:
1. Baixar o modelo de banco de dados para sua máquina
2. Fazer o download de um aplicativo para cadastro de seus materiais e fornecedores.
3. “apontar” a aplicação para o endereço do webservice implementado.
Em administração, esta cadeia formada pelo novo software social proposto e conhecido como cadeia de suprimentos, onde um item pode ser dividido em diversos outros. Por exemplo, eu construo paredes, então irei adicionar em meu software social meu fornecedor de tijolos, meu fornecedor de cimento e meu fornecedor de areia. Cada um de meus fornecedores por sua vez irão adicionar os seus fornecedores, caracterizando assim a cadeia de suprimentos, ou supply chain.
O ponto negativo é que pelo menos inicialmente o usuário irá utilizar o nosso modelo de banco de dados para gerir sua empresa.
Requisitos Não Funcionais:
Bom, pelo menos na versão protótipo desenvolvida estamos limitada a plataforma windows. Não por limite da tecnologia, mas desenvolvemos a aplicação de gerenciamento no Visual Studio utilizando C#.
O webservice deve ser armazenado em um ip fixo na internet de modo a estar disponível para todos os usuários de nosso sistema social.
O webservice também foi utilizado em Visual Studio e C# logo precisa de um servidor que rode asmx.

Ferramenta ou Ambiente de desenvolvimento usado:


Banco de dados desenvolvido utilizando Microsfot SQL Server 2008 com compatibilidade para 2005.
Código inteiramente desenvolvido utilizando a plataforma .net no Visual Studio 2008 com o framework de desenvolvimento 3.5.
WebService armaenado e testado em um ambiente Windows Server 2003 e Windows Server 2008.


Plano de Desenvolvimento Ágil adotado:
Como vimos que o desenvolvimento completo seria complicado, adotados o seguinte plano de desenvolvimento:


http://www.scrumy.com/producer88lobed


Estratégia de lançamento no mercado:
A principio seria necessário a criação de website padrão. Um ambiente simples, apenas para termos controle de quais são os usuários do nosso software social com fins comerciais. Uma vez que este usuário estiver cadastrado em nosso registro ele poderá fazer o download de nossos aplicativos administrativos e posteriormente fazer uso de nosso software social.
Apesar de duas empresas estarem relacionadas, o fato de baixar o banco de dados para a máquina do usuário irá garantir a privacidade daqueles dados que são mais importantes. Isso não deve ser um impercílio uma vez que o sistema roda em Sql Server Express fornecido gratuitamente pela microsoft.
A possibilidade de relacionar não apenas as pessoas, mas também seus negócios profissionais tende a atrair muitos usuários, pois é uma possibilidade de evoluir o nível da empresa dando a ela maior dinâmica e flexibilidade.

quarta-feira, 30 de junho de 2010

Tarefa C - Trabalho VI - Interação da Empresa Pizzaria 2.0 com o Cliente


Participações na Cadeia de Valores de uma Pizzaria com Delivery de Vendas On-line

Etapa na Cadeia de Valores

Produtor/
Intermediário

Site da
Pizzaria

Consumidor
Idéia do produto
Escolha das opções de ingredientes a oferecer aos clientes para compor a Pizza.

 Seleção de combinações mais comuns.
Produção
Montagem dos ingredientes com a Massa. Assar a Pizza.
 Efetuar pagamentos. Realizar o pedido.
Contribuição
Entrega para Delivery.
Catálogo com opções de ingredientes para compor a Pizza. Número limitado de ingredientes.
Cadastro de clientes
 Idéias de outros ingredientes.
Oferta

 Aquisição dos pedidos e recebimento de pagamentos.

Marketing
Propaganda em geral na Mídia Local (jornais, TV, Outdoors)
Informaçãoes sobre produto no ambiente de compra
Remessa de novidades por email
Google Adwords.
 Indicação da loja para amigos.
Coordenação

Oferta x Demanda

Aceite da oferta

Confirmação e Verificação do Pedido
Confirmação do Pagamento
Entrega
Delivery via Motoboy. Logística terceirizada.
Acompanhamento do Status do Pedido
Recebimento dos Produtos

Tarefa B - Trabalho VI - Modelo de Negócios Pizzaria 2.0

terça-feira, 29 de junho de 2010

Trabalho VI Tarefa A -Pizzaria nas eras tecnológicas WEB

Era Características Gerais e Exemplos
0.0 1- Preparação das pizzas padronizadas sem variabilidade de ingredientes
2- Hierarquia da empresa é verticalizada e com vários cargos de chefia
3- Não existem outras pizzarias em concorrência direta
4- As planilhas excel para o controle das áreas da pizzaria são produzidos pelos próprios funcionários
5- As planilhas não se comunicam e trocam informações
6- A opinião do cliente não irá modificar o cardápio de opções
1.0 1- Vendas pela internet
2- Opções disponíveis (acréscimos de catupiry e bacon)
3- Terceirização da fabricação da massa de pizza com maior qualidade
4- Planilhas excel tornam-se tabelas com relatórios de dados integrados no Access
5- Remoção dos cargos de inspeção. Cada funcionário responde pela sua produtividade.
6- Mão de obra para atividades fora do escopo da produção de pizza são terceirizados(Motoboy)
2.0 1- Cliente pode solicitar quaisquer ingredientes para a montagem da pizza
2- O Feedback de satisfação do cliente é indispensável para a verificação de demanda de novos ingredientes, qualidade da massa, etc.
3- Um sistema de gestão de pequenos negócios substitui o Access para aumentar o controle e a análise de dados, disponibilizando-os na Internet
4- É criada uma linha de montagem apenas para a produção das pizzas
5- A logística de delivery e a equipe de garçons é terceirizada.
6- Publicação e monitoração da empresa nas redes sociais (Blog com novidades, newsletter, Orkut da pizzaria)

quinta-feira, 20 de maio de 2010

Webservice - A globalização dos serviços eletrônicos

Hoje podemos dizer que grande parte da população mundial se mantém conectada durante elevada porcentagem do seu tempo através dos serviços eletrônicos. Por isso, fazendo uma analogia do mundo no passado, antes vivíamos em sites isolados, que ofereciam cada um o seu próprio serviço, sem nenhum tipo de integração com os serviços vizinhos, sejam eles clientes ou fornecedores. Por causa disso, havia um atraso implícito nos processos causados pelo controle manual das transações realizadas entre os sistemas, e a ocorrência de erros era muito maior, já que havia um fator humano envolvido no processo, e assim, muito mais passível de erros. Mas a Web 2.0 veio com poderosas ferramentas de integração, e com isso esses problemas foram minimizados e até mesmo através delas é possível criar novos horizontes, novas tecnologias, novas possibilidades. Uma dessas tecnologias inovadoras e de extrema importância foi o Webservice. Surgiu da necessidade de integração de sistemas, empresas, organizações, que seja independente de posicionamento geográfico, linguagem ou plataforma. Baseada na universalidade do XML, com os webservices dados podem ser transmitidos com segurança (através do protocolo HTTPS e encapsulados pelo SOAP) e publicar e descobrir seus serviços é tão simples quanto acessar um site, através do UDDI – a especificação de um método oficializado pela OASIS (consórcio global que conduz o desenvolvimento, convergência e adoção de padrões para e-business e web services) para realizar essa tarefa, através da arquitetura SOA.
A utilização dos Webservices favoreceu vários ramos de negócio e seus processos, integrando clientes e seus fornecedores, gerado uma cadeia produtiva através das transações virtuais feitas através dessa tecnologia. Antes, para se fazer uma cadeira, era necessário ligar para o fornecedor de madeira e solicitar a madeira, para o fornecedor de pregos e solicitá-los, e outros fornecedores que possuíam materiais necessários para a montagem do produto. Esse processo manual e humano, como disse anteriormente, causava diversas falhas que, com a integração agora, não ocorrem. Os sistemas integrados funcionam de forma que, quando gerada a necessidade do produto (cadeira) automaticamente é disparado os processos de pedidos nos fornecedores e inclusive, os pagamentos também podem ser automatizados e configurados. O sistema Just-in-time pode funcionar perfeitamente com a integração, reduzindo custos de manutenção de estoques e aumentando assim a lucratividade das empresas. Como as grandes interessadas na integração, diversas indústrias apoiam o desenvolvimento e a melhoria do funcionamento dos protocolos, da padronização e normalização dos web services, como por exemplo a mais utilizada, que é a plataforma Microsoft através do “.NET” e da IBM, “IBM Web services”, entre outras.
Já podemos observar, que através dos webservices, o futuro irá trazer novos modelos de negócio cada vez mais integrados, sistemas com diversas funçoes publicadas na Web para serem utilizadas e descobertas através de grandes portais de serviços a nível global e todos os tipos de domínio de negócios.

sábado, 15 de maio de 2010

Cloud: gestão de riscos ainda é tema mal resolvido
http://computerworld.uol.com.br/seguranca/2010/05/11/cloud-gestao-de-riscos-ainda-e-tema-mal-resolvido-diz-rsa/

com a evolução dos serviços na web, surge o conceito de computação nas nuves! neste contexto o processamento e todo a lógica de desenvolvimento é realizada em um ambiente web, tirando a sobrecarga dos clientes.
com o ganho da popularidade, surge o questinamento dos riscos de sistemas totalmente migrados para o ambiente web. Ainda é estudado um modelo de criptografia capaz de esconder da web todo as informações sigilosas do código fonte.
porem nao ha motivos para desconfiança. consultores e especialistas do assunto apostam em uma rapida solução tenologica para a questao de segurança.
Usando o web service da Amazon.com
http://www.macoratti.net/aspn_wsa.htm

Legal pra caramba ! na verdade eu nao sabia que tinha como eu, um jacú do mato, pegar e utilizar o webservice da amazon. Achei bem bacana o jeito no qual ela abre sua ITERFACE (e não implementação) para quem quiser utilizar os seus web methods.
O artigo descreve como importar um web service da amazon para dentro de sua solução em desenvolvimento. No artigo o autor utiliza como ambiente de desenvolvimento o Visual studio, mas creio que os passos citados possam ser seguidos em outros ambientes.
E utilizado como exemplo a linguagme de programação VB.Net, mas o processo e todo detalhado e da pra ter uma boa noção de como proceder.

Windows Comunication Foudations X Web Services
http://www.techbubbles.com/wcf/wcf-vs-aspnet-web-services/


Aqueles que trabalham com a tecnologia .Net para desenvolvimento de softwares certamente já ouviram falar de windows comunication foudation. Este termo surgiu com a evolução do framework de desenvolvimento para a versão 3.0 e vem sendo cada vez mais divulgado no mundo da computação.
Web Services e WCF são modelos utilizados para desenvolvimento de aplicações orientadas a serviços, porém qual a diferença entre eles?
No geral, WCF necessita de um preparo prévio quanto a descrição dos dados que serão trafegados. Deve-se estabelecer um contrato e declarar por meio de uma interface, quais os métodos estarão disponiveis para comunicação.
Web Services podem ter uma implementação mais simples, onde a declaração por meio de tags [webmethod] definem aqueles metodos que podem ser visualizados.
quanto ao modo de visualização, web services podem ser literalmente visualizados como uma página de métodos e funções disponiveis na net, enquanto WCF é a criação física de um serviço do windows (que tambem pode ser alocado em ambientes web).

webservices - Sistemas livres de plataformas
Primeiro veio a popularização dos computadores, depois a popularização da internet e em terceiro a popularização dos computadores portáteis (notebook) junto com a telefonia móvel. Em um mundo globalizado, onde cada vez mais a tecnologia é empregada para encurtar distâncias e extinguir fronteiras, os sistemas e softwares não poderiam ficar para trás. Precisava de algo que permitisse o acesso as funcionalidades de uma ferramenta desktop em todos os ambientes possíveis e é neste conceito que surge os web Services.
O que é um web service? A própria tradução literal da expressão já nos resume seu significado: Serviços da Web. É um recurso da programação que permite que o software seja parcialmente ou totalmente transportado e disponibilizado como um serviço web, isso significa a disponibilidade de todos ou algumas funções em um ambiente de rede.
Não vamos enganar ningém: Para quem nunca teve contato com a tecnologia de web services, a primeira implementação pode ser trabalhosa. Isso porque web services são implementáveis em multi-linguagens e multi-plataformas, sendo que cada uma das opções tem sua própria complexidade. Em minha experiência fui bastante atraído pela plataforma .NET, pois frameworks e livrarias específicas da microsoft podem simplificar muito a implementação, principalmente quando utilizamos o acesso ao banco no modelo Cliente Server.
Em contra-partida, junto com a complexidade de uma primeira implementação vem um mar de benefícios: Acesso remoto via protocolos, troca de informações em XML, segurança de métodos privados e publicos, interface com o banco impedindo o usuário de acessar diretamente os dados, dentre outros.
A comunicação com os webservices são inteiramente realizadas via XML. A aplicação cliente, ao realizar um pedido para o serviço, envia uma requisição no formato XML especificado. O Serviço automaticamente descriptografa esta requisição, processa o pedido e devolve as informações em uma forma de XML de resposta. Já na estação de trabalho do cliente, esta resposta é traduzida para o formato de saída especificado.
Não existe um formato de XML obrigatorio para sua utilização, porém o mais comum é a adoção do protoclo SOAP, implementado pela W3C. Nada impede porém que o programador implemente seu proprio padrão de XML, devendo para isso desenhar um cabeçalho, formato de requisição, algoritimos de criptografias e formatos de saída. Pode ser um trabalho desnecessário, uma vez que o formato padrão já fornece uma segurança confortável.
Não há limites para a tecnologia, e agora com web services podemos dizer que não há limites para softwares !

quarta-feira, 12 de maio de 2010

Livros como web services

http://imasters.uol.com.br/artigo/12859/webwriting/livros_como_web_services/

Nessa reportagem, Claudio Soares,(analista de TI, escritor e editor do blog Pontolit) realiza uma interessante relação entre webservices e Livros, já que webservice é uma tecnologia eletrônica para se obter informações agregadas e configuráveis, e o livro é uma fonte agregadora de informação, "analógica" ( - se é que posso considerá-la analógica ). Eu acredito que essa relação foi uma forma relativamente visionária para o futuro dos livros.

Necessidade de interagir com outros aplicativos? Web Services Já!

http://imasters.uol.com.br/artigo/1311/webservices/necessidade_de_interagir_com_outros_aplicativos_web_services_ja/

Rogério Perez mostra nessa matéria a grande vantagem do uso dos webservices, frente a outras interfaces possíveis de serem criadas, quando várias empresas interagem entre si. A Tecnologia possibilitou mais do que qualquer outra a integração dos dados das organizações, possibilitando um numero ilimitado de ações a serem executadas entre seus sitemas. Se você precisa de um único motivo para começar a utilizar essa tecnologia no seu negócio, leia essa matéria e com certeza irá perceber que ela será de alguma forma interessante para sua organização.

Palestra Webservices REST com Zend Framework

http://fernandomantoan.com/php/palestra-webservices-rest-com-zend-framework/


O Fernando Mantoan é um Analista de Desenvolvimento da Apollo TI, especializado em produtos Web, e foi convidado a apresentar uma palestra na Latinoware a respeito de Webservices com REST com Zend Framework já que é um profissional certificado na área. Os slides apresentados têm imagens muito divertidas, o que deixa a apresentação muito fácil de ler. A Framework é uma alternativa ao padrão SOAP/UDDI, mais simples de ser usada e aprendida. Vale a pena dar uma olhadinha...

segunda-feira, 3 de maio de 2010

Link para o wiki da turma

Visite aki! Muitas informações interessantes sobre as tecnologias Web 2.0 estão agregadas aqui!

http://wikiasoso.wiki.zoho.com/HomePage.html

quarta-feira, 14 de abril de 2010

terça-feira, 6 de abril de 2010

Mapa Mental Web 2.0

Mapa mental sobre os princípios da chamada Web 2.0.


Software não somente num simples dispositivo

Cada vez mais os softwares se desprendem de conceitos retrógrados e clichês da programação. Nem Web e nem Desktop... a tendência é a independência total de plataformas, transformando softwares e aplicativos em serviços disponíveis na rede web. Esta é a era do tão falado "aplicativo nas nuvens"!!!

Uma briga antiga acontece entre usuários de Open Source e Windows: Sistemas desktop desenvolvidos em .NET são inteiramente integrados com o sistema Windows, porém não são executados em um ambiente opensource (Requisitos como FrameWork exclusivo da microsoft, Banco MS SQL , etc...). Surge então o desenvolvimento de sistemas web, podendo ser acessado internamente da empresa via protocolo TCP por exemplo, ou por meios externos através de um protocolo HTTP. Neste ponto os sistemas se viram independente de plataformas, podendo ser acessado de qualquer local que disponha uma rede favorável.

Com a WEB 2.0 temos uma nova revolução no mundo de softwares. Os softwares deixam de ser um sistema e passam a ser considerados um serviço na web. Todo o processamento de dados, lógicas de sistema e outros pontos que exigem um bom desempenho não ficam mais alocados na máquina do cliente. O processamento não está alocado em um ambiente físico, mas em um serviço virtual disponibilizado em algum lugar do mundo web... nas nuvens!

Nas nuvens??????? Cloud computing (ou computação nas nuvens) é a utilização da capacidade de calculo de servidores e computadores através da rede mundial de computadores. Em outras palavras: memória, processador, SO... tudo por conta do servidor responsável. Nos apenas utilizamos os serviços fornecidos por esta tecnologia ! bom demais né?

Isso favorece a toda população e usuários pois, com esta independência de plataforma, os serviços podem ser acessados dos mais diversos dispositivos: Palm Top, Celular, Notebook, CPU... é a independência total !

Apesar de não ser um conceito novo (aplicações de careter SOA já demonstravam esta preocupação) este é um método que tem muito a ser explorado e com a explosão da WEB 2.0 podemos ter certeza que este assunto ainda vai longe.

Conclusão: Aplicações disponíveis como serviços e não apenas como software num simples dispositivo !!

Danilo Resende, Fernando Iran e Gabriela Gratarolli - 01/2010

quarta-feira, 24 de março de 2010

Apresentação de outro grupo: Grupo B

Escolhemos uma apresentação aleatória. Demos sorte pois ela ficou muito bem feita, bacana como os conceitos podem ser facilmente confundidos por uma pessoa que não tem o conhecimento da materia .